quinta-feira, 29 de março de 2012

Dica de passeio familiar

Na praia da Barra da Lagoa, Florianópolis, fica o Museu Aberto da Tartaruga Marinha, mantido pelo Projeto Tamar que há 30 anos dedica-se à preservação de espécies de tartarugas-marinhas ameaçadas de extinção.
A ideia do  Tamar surgiu nos anos 70 através de um grupo de estudantes de oceanografia que viajavam para praias desertas para realizar pesquisas. Naquela época, no Atol das Rocas, os pesquisadores documentaram pescadores matando tartarugas-marinhas. Fotos e alguns relatórios foram enviados às autoridades, que estavam querendo iniciar um programa de conservação marinha dando início ao programa e se desdobrando no Projeto Tamar, fundado em 1980.
O projeto mantém 23 bases de pesquisa em nove estado brasileiros, protegente cerca de 1.100km de litoral, sendo que a base mais ao sul esta localizada aqui em Florianópolis.
Nessas bases funcional os museus que tem como objetico promover o desenvolvimento local gerando empregos diretos e indiretos e são essenciais na concientização das comunidades sobre o ecossistema marinho e a necessidade de preservá-lo.

O Tamar da Barra da Lagoa possui uma estrutura de cinco tanques, com espécies de  tartarugas “brasileiras” em diferentes fases de vida. Um local ideal para uma tarde com filhos pequenos e adolescentes.

O  museu  possui espaço infantil para recreação, painéis educativos, réplicas de espécimes em fibra, museu de esqueletos e cascos de tartaruga. Durante a visita, o público conta com monitores preparados para tirar dúvidas e apresentar o museu.

Visitando o local, pode-se aprender, divertir e colaborar com o projeto, pois as entradas no valor de R$ 8 por adulto, revertem-se em benefícios para o Tamar.

O Museu funciona diariamente das 9h30min às 17h30min. Informações pelo telefone 048.3236.2015

quarta-feira, 28 de março de 2012

Comunicado Geren Chapecó

Nos dias 29 e 30, quinta e sexta-feira, o atendimento na Regional de Chapecó será até às 18h, em virtude da EXPEN. Estaremos disponíveis nos telefones: 49 - 9968.0058 e 49 -  9972.3409

Geren Chapecó informa: Começa a Expen

EXPEN é a primeira feira do Sul do Brasil a unir multissoluções em Gestão, Serviços e Tecnologia. É a oportunidade certa para o empresário que deseja encontrar estratégias completas para todas as etapas de sua empresa, desde o planejamento, estruturação e gestão.

O evento que acontece de 29 a 30 de março em Chapecó é realização da Associação Comercial e Industrial de Chapecó  - Acic - e conta com uma infraestrutura para mais de 60 expositores. Oferecendo ainda, palestras, workshops e sessão de negócios.

O Badesc é parceiro do evento e está inserido na programação oficial, no dia 30, sexta-feira, com a a palestra Recursos para Investimento e Inovação tendo como palestrantes o nosso presidente Nelson Santiago e o cliente Badesc Bernhard Joseph Gratt – Diretor da Gratt Indústria de Máquinas.

Chapecó é uma das maiores cidades de Santa Catarina, ocupando hoje o sexto lugar na economia do Estado. É a maior e principal cidade do Oeste Catarinense, sendo pólo econômico de uma região com cerca de 200 municípios, onde vivem mais de dois milhões de pessoas. São mais de 30 mil estabelecimentos comerciais, indústrias e prestadoras de serviço em franco crescimento e que necessitam cada vez mais de soluções para serem mais competitivas.

O Adeus das Cigarras - Sérgio da Costa Ramos

Findo o verão, com seus sons e cheiros inesquecíveis, ainda é tempo de exumar lembranças de uma época em que havia cigarras. Parece que algum desequilíbrio ecológico (ou seria gregoriano?) baniu as cigarras nesses tempos de grande calor. Elas começavam o seu recital de manhãzinha, e o encerravam lá pela hora do Ângelus, dia claro ainda. A maresia desprendia-se do cais do Miramar, subia pelos canteiros da Praça XV e chegava aos umbrais da Matriz.

Os que têm mais de 50 anos são testemunhas vivas da delirante urbanização de Floripa. A algazarra das betoneiras foi substituindo a das cigarras e, pelo menos no centro da cidade, o festivo bichinho só é lembrado pela sua outra identidade: a do marido infiel que à noite sai “à caça”, pronto para cigarrear de madrugada...

A Lagoa da Conceição já é uma cidade de 80 mil habitantes – ainda cheia de belezas, mas carente de esgoto e de segurança. É o tal do progresso, essa hydra de mil cabeças, eterno símbolo do “mais” e não do “melhor”. Foi essa serpente que despertou no doce poeta Mario Quintana a definição mais que perfeita:

– O progresso é a insidiosa substituição da harmonia pela cacofonia.

Nunca esteve tão cacofônica a cidade, com suas betoneiras, suas serras-fitas e a histeria nos engarrafamentos do trânsito. E o que é pior: com o silvo redobrado das sirenes de ambulâncias e viaturas policiais. Há até um inusitado som urbano incorporado a esse novo caos: o ronco dos motores dentro do Túnel Antonieta de Barros. Um canudo iluminado, que junta o centro histórico à orla sul, no rumo do aeroporto – e que há uma geração inaugurou na Ilha o que se poderia definir como “música techno” do trânsito ensandecido.

Antigamente, chegar a Canasvieiras – outra “cidade”, hoje descaracterizada – era “uma viagem”. Ninguém ia às praias da Ilha, a não ser para confinar-se no único hotel existente em uma praia do Norte: o de Canasbeach, cercado de pitangueiras. O banho de mar dos verões da época ficava bem mais perto, em praias do “centro”: no Praia Clube, em Coqueiros. E até que era possível tomar-se um bom banho, sem beijar os coliformes que hoje boiam à superfície…

Havia trapiches nas duas baías e a cidade vivia “em conjunção” carnal com o mar.

Afinal, em qualquer outro país do mundo Florianópolis seria um excelente porto. Era só mandar dragar o canal de Y-Jurerê Mirim, mais conhecido como Estreito. Transatlânticos de grande calado navegam pela “laguna” de Veneza, deslizando praticamente “ao lado” da Piazza de San Marco. Aqui, já vão longe os tempos em que os navios de médio porte – os “vapores”, como se dizia – podiam navegar sob a Ponte Hercílio Luz e atracar no trapiche da Florestal, no Continente, em sítio próximo ao Saco da Lama.

A Ilha do Carvão era uma gargantilha no pescoço da Baía Sul, enquanto o Miramar já era – admitamos – o mal-cheiroso ancoradouro dos bêbados e dos notívagos, mas também o feérico Gibraltar dos boêmios e dos seresteiros.

Testemunhar o desaparecimento da velha cidade e crismar a nascimento de “mais uma metrópole” equivale a atirar uma pedra no espelho da própria casa. E a sentir a dor da paisagem estilhaçada.

quarta-feira, 21 de março de 2012

21 de março - Dia Internacional da Síndrome de Down

O Dia Internacional da Síndrome de Down foi criado pela Down Syndrome International e é comemorado desde 2006. A data escolhida foi 21 de março (21.3) para representar a singularidade da triplicação (trissomia) do cromossomo 21 que causa esta ocorrência genética.
A síndrome de Down é uma ocorrência cromossômica natural e universal, que sempre fez parte da humanidade, estando presente em todos os gêneros, raças e classes sociais. Ela afeta 1 em cada 800 nascidos vivos, embora haja variações consideráveis em todo o mundo. A síndrome de Down geralmente provoca diferentes graus de deficiência intelectual e física e problemas médicos associados.
O objetivo do dia é disseminar informações sobre a síndrome de Down e conscientizar a população sobre a importância da promoção do direito inerente às pessoas com síndrome de Down de desfrutar uma vida plena e digna, como membros ativos e valorizados em suas comunidades e na sociedade.
Uma resolução para designar 21 de março como “Dia Internacional da Síndrome de Down”, a ser observado a cada ano a partir de 2012, foi aprovada por consenso pela Assembléia Geral da ONU em Dezembro de 2011. A resolução foi proposta e promovida pelo Brasil, e co-patrocinada por 78 Estados membros da ONU.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Delegado da Deic sofre agressão

Um delegado da Diretoria Estadual de Investigação Criminal (Deic), a elite da Polícia Civil catarinense, foi atacado por desconhecidos, na madrugada de ontem, num posto de combustíveis no Centro da Capital. Dois agressores – que não tiveram a identidade revelada – foram presos em flagrante e estão detidos na Central de Triagem do Bairro Estreito.

O delegado Verdi Luz Furlanetto, coordenador do Laboratório contra lavagem de dinheiro da Deic, havia participado do 4o Encontro de Gestores de Laboratórios de Lavagem de Dinheiro, promovido pelo Ministério da Justiça, na Capital.

Depois do evento, ele foi a uma casa noturna em companhia de amigos. Antes de ir embora, o grupo resolveu lanchar num posto de combustíveis da Rua Arno Hoeschl, por volta das 3h de ontem, quando teria sido provocado por quatro homens.
Segundo a polícia, eles teriam perguntado ao delegado, em tom de provocação, se ele era pastor. Furlanetto respondeu que não, que era delegado de polícia. Em seguida, os homens teriam passado a agredi-lo e ainda tentaram roubar-lhe o telefone celular.

A Polícia Militar atendeu a ocorrência e prendeu em flagrante dois agressores, que foram levados para a Central de Plantão Policial do Centro.

Segundo o diretor adjunto da Deic, delegado Célio Nogueira Pinheiro, o colega ficou bastante machucado, mas passa bem e não corre perigo. Furlanetto fez exame de corpo de delito e permaneceu algumas horas internado no hospital.

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar se o caso tem relação com o cargo que Furlanetto ocupa.

– É preocupante a situação. Violência contra a polícia é grave e um desrespeito total com a sociedade. Estamos apurando o caso – afirmou o diretor adjunto da Deic.

O que ele combate

Lavagem de dinheiro é crime. É um procedimento econômico e financeiro adotado para camuflar a origem ilícita de grande quantidade de dinheiro. É feito por meio de empresas de fachada, com movimentações financeiras obscuras, sonegando impostos, entre outros artifícios. A intenção dos criminosos é acobertar a origem criminosa das divisas financeiras, fazendo com que o dinheiro circule no mercado de forma aparentemente normal.
Publicado por:  Equipe Gecor.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Getec X Mix de áreas

Um verdadeiro jogo de comadres 
 Resultado do Jogo 4 X 4
Mix de áreas

Getec

Diden e Geren de Joinville buscam aproximação com o mercado

O Gerente Regional de Joinville, Carlos Liebl,  acompanhado do  nosso Diretor de Desenvolvimento de Negócios, Justiniano Pedroso, efetuaram visitas de prospecção nos dias 12 e 13, segunda e terça-feira, em três  cidades vinculadas à SDR de Joinville.

Na sede da SDR foram recebidos pelo Secretário de Desenvolvimento Regional, Bráulio Barbosa. Após essa reunião, seguiram para a Associação Empresaria - ACIJ- e a Câmara de Dirigentes Logistas daquela cidade.

Cumpriram agenda ainda, com o Prefeito e o Secretário de Desenvolvimento Econômicode Araquari, com a Associação Empresarial - Aciaa - e com as empresas Fibratec e Durin. Encerrando as prospecções na Associação Empresarial de São Francisco do Sul.

Regional de Chapecó elabora agenda para Diden

O Diretor de Desenvolvimento de Negócios - Diden, Justiniano Pedroso, cumpre agenda nesta sexta-feira, 16.03, no oeste do estado com o objetivo de difundir o Badesc Emergencial e orientar empresários cujas empresas sofreram prejuízos com a estiagem.

Serão três encontros para atender três SDRs: às 10 horas em Concórdia, às 14, em Xanxerê e às 17 horas, em Arvoredo, para o atendimento dos municípios que compõem a SDR de Seara.

No conjunto são 27 municípios e segundo a Defesa Civil todos em situação de emergência. A agenda foi elaborada pela Gerente Regional de Negócios de Chapecó, Margarete De Marchi, que acompanhará o diretor em todos os encontros programados.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Sessão Art 7 é opção para os amantes do cinema em Florianópolis

Darci Costa
De outubro de 1986 a novembro de 1997, uma das duas opções para quem quisesse fugir dos filmes "de mercado" exibidos nas salas do Centro de Florianópolis — e depois nos shopping centers da região — era o cinema do CIC. A outra era o Cine Art 7. Não havia glamour na sala, com poltronas e piso de madeira. Mas a simplicidade era compensada pela paixão.

Junto ao sócio Alberto Fermiano, Darci Costa conseguiu manter o Art 7, localizada no antigo prédio da prefeitura de Florianópolis (hoje sede do Badesc), funcionando contra todas as adversidades. Hoje, o aposentado de 85 anos continua trabalhando pela disseminação das obras cinematográficas. Tanto que, com a participação de amigos, volta a montar sessões de clássicos do cinema. Dessa vez, a cada 15 dias, na sala de exibição da Fundação Badesc.

Em duas terças-feiras de cada mês, sempre às 19h, será realizada a sessão Art 7. Nesta terça-feira, ela será inaugurada com a exibição de Amarcord, clássico de Federico Fellini. No dia 20, será a vez de La Luna, de Bernardo Bertolucci.

Darci Costa vive rodeado por cinema. Na verdade, por imagens cinematográficas. As paredes de sua casa que não estão escondidas atrás das estantes onde repousam mais de 3 mil DVDs, são ocupadas por pôsteres de filmes e painéis montados artesanalmente. Um deles tem destaque especial. É o da obra Z, filme de Costa-Gavras que sempre foi popular entre os cineclubistas. E, por este motivo, selecionado para abrir os trabalhos do Art 7, em 1986. Sem o pôster real do longa-metragem para exibir na sala, Darci foi criativo.

— Só a parte da letra Z era a original, Peguei várias fotos do Yves Montand, de filmes diferentes, e montei sobre um fundo preto — explica.

A empolgação e a energia era imensa, mas nem sempre eram recompensadas. A frequência , segundo ele, "não era convidativa". Filmes de qualidade eram exibidos para uma plateia de apenas cinco pessoas.

— Muitas vezes, o filme não rendia e eu tinha que pagar a fatura de qualquer jeito, do meu bolso — recorda.

O que sobrou está num dos quartos das casas: o maquinário de projeção, desmontado mas limpo, como se estivesse esperando para voltar à ativa. As estantes de DVDs mostram um pouco da preferência pessoal de Costa. Há centenas de clássicos de todos os gêneros, mas musicais e westerns são os preferidos. Isso, desde o tempo em que era um menino de 10 anos e frequentava o Cine Palace, na esquina das ruas Arcipreste Paiva e Tenente Silveira, e o Imperial, na época localizado à Rua Felipe Schmidt.

Com os cinemas restritos aos shoppings, ao Centro Integrado de Cultura (CIC) e ao Paradigma, na SC-401, ficou difícil para Darci frequentar cotidianamente as salas de exibição da Capital. Quando vai, é para assistir filmes de impacto. Os últimos que assistiu foram Avatar ("me impressionou muito") e Bastardos Inglórios — curiosamente, um daqueles filmes de "caras em uma difícil missão na Segunda Guerra", homenagem de Quentin Tarantino a um subgênero que fez escola nos tempos da velha Hollywood. Mas a referência continua a ser os momentos brilhantes do passado.

Assim, as atenções de Darci Costa estão voltadas ao filme que escolheu para exibir no dia 17 de abril na Sessão Art 7: O Picolino, musical célebre que tem como ator principal Fred Astaire, no auge da forma. Darci volta a dividir sua paixão pelo cinema com os demais cinéfilos, algo que fez com alegria, por 11 anos.

DIÁRIO CATARINENSE

terça-feira, 13 de março de 2012

Badesc Emergencial oferece financiamento facilitado a afetados pela estiagem

Empresas localizadas nos municípios do Oeste em Situação de Emergência e que sofreram prejuízos com a estiagem podem conseguir financiamento facilitado na Agência de Fomento de Santa Catarina (Badesc), dentro do Programa Badesc Emergencial. Criado em 2011, o objetivo do projeto é diminuir a burocracia e acelerar a aprovação de linhas de crédito às cidades catarinenses atingidas por desastres naturais e que estejam em Situação de Emergência ou Estado de Calamidade Pública.
"As linhas de crédito do Badesc emergencial permitem uma injeção imediata de recursos para que a economia da região Oeste se recupere", afirma o presidente da instituição, Nelson Santiago. Até esta sexta-feira (9), 100 municípios decretaram Situação de Emergência devido à estiagem no Estado. Os prejuízos acumulados até agora são de R$ 540 milhões.
Os empresários que quiserem buscar recursos junto ao Badesc devem ir até uma das Gerências Regionais da agência.
A linha emergencial atende empresas de todos os segmentos e portes, com valor inicial de empréstimo de R$ 30 mil, taxas a partir de 1,17% a.m e prazo de pagamento de até 48 meses. O Badesc Emergencial já distribuiu R$ 17 milhões em recursos e atendeu 58 empreendimentos atingidos pelas
enchentes de setembro de 2011.

Fonte www.economiasc.com.br

Geren 6 - Novo gerente regional do Badesc visita Laguna

O prefeito Célio Antônio recebeu a visita do gerente regional de Negócios do Badesc, Wilson Westrupp, nesta sexta-feira.

No encontro de apresentação, o novo gerente falou do objetivo de aumentar a proximidade com as empresas e prefeituras do Sul e apresentou as principais linhas de crédito para os setores público e privado.

Citou que além dos financiamentos para pontes e pavimentações, o Badesc possui linhas de crédito para aquisição de bens imóveis como galpões e terrenos. Podem ser financiados projetos entre R$ 30 mil e R$ 12 milhões.

fonte:www.radiodifusoralaguna.com.br
Somente no ano de 2011, mais de R$ 12 milhões foram investidos nos 15 municípios da região através de financiamento do Programa Badesc Cidades.

Asbadesc informa

sexta-feira, 9 de março de 2012

Estreando no mundo, eis o Antonio, o filho do Moriguti.

As responsáveis pelo Café Rosa

 

As premiadas












Flagrantes do Café Rosa






 
 

Regional de Chapecó apresenta o Badesc em Treze Tílias

O Badesc se fez presente na 2ª Assembleia Ordinária do Conselho de Desenvolvimento Regional da SDR Joaçaba, realizada no município de Treze Tílias em 05.03.

A Agência esteve representada pela gerente regional de negócios Margarete De Marchi que explanou acerca da atuação nas áreas pública e privada, forma de acesso aos programas e condições operacionais.

Estavam presentes no evento prefeitos, vice-prefeitos, presidentes do Legislativo municipal, membros da sociedade civil e imprensa.

Na opinião da gerente este “é mais um mecanismo de aproximação da Agência ao público alvo, além da visibilidade proporcionada pelo evento”.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Desejamos sucesso ao colega Wilson Westrup que desde 1o. de março é o novo gerente regional de Criciúma e damos boas-vindas ao Jorge Carreirão que a casa retorna.




Juro Zero - Formalização chega a 23,7 mil

Só podem participar do programa do governo estadual, Juro Zero, microempreendedores individuais formalizados. E, desde o lançamento, em novembro do ano passado, o incentivo refletiu na formalização das microempresas catarinenses. Em 2012, de acordo com o diretor do Sebrae de SC, Sérgio Cardoso, só o Juro Zero vai formalizar 23,7 mil empresários no Estado. O primeiro incentivo é da lei de 2006, que torna o trabalhador informal um Empreendedor Individual legalizado, e da lei complementar de 2008, que oferece o registro do negócio no CNPJ.

Jornal de Santa Catarina 03.03.2012

Juro Zero liberou R$ 5,6 mi para microempreendedores

Foram pouco mais de 2 mil contratos assinados no Estado. Quem paga em dia, fica isento dos juros.

O programa Juro Zero do governo estadual emprestou já R$ 5,65 milhões para microempreendedores individuais de SC desde o lançamento, em novembro do ano passado. O principal objetivo do crédito é incentivar a formalização dos pequenos empresários. Só tem acesso ao empréstimo, com pagamento parcelado em oito vezes sem juros, o trabalhador que for legalizado.

Foram 2.059 empréstimos em todo o Estado, que financiaram linhas de crédito de até R$ 3 mil. No programa, o valor pode ser parcelado em até oito vezes. Caso os sete primeiros pagamentos sejam feitos em dia, a última parcela, que equivale aos juros da operação, não precisa ser quitada.

O governo do Estado paga o juro da operação e o Badesc disponibiliza R$ 70 milhões para as instituições de microcrédito cederem aos pequenos empresários de SC. Os mais de R$ 5 milhões dos quatro primeiros meses de programa representaram 8% do total disponível. Não existe um prazo para a liberação do restante.

O presidente do Badesc, Nelson Santiago, ressalta que a linha de crédito pode parecer baixa, mas para os microempreendedores, que faturam até R$ 5 mil ao mês, faz toda a diferença. Márcio Manoel da Silveira, presidente da Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas de SC (Fampesc), exemplifica dizendo que um cabeleireiro pode fazer um bom investimento em equipamentos com este dinheiro, uma vez que os utensílios, como chapinha, secador, tesouras e estufa de manicure, isoladamente, são baratos. Também, segundo ele, o empréstimo sem juros serve para abater parte das taxas de um segundo financiamento, amenizando os gastos do empreendedor.

A empresária Adriana Hausmann, que tem uma loja de acessórios femininos em Blumenau, conheceu o Juro Zero pela televisão:

– A primeira coisa que eu pensei foi “quando a esmola é demais, o santo desconfia”. Até que um amigo meu, contador, fez propaganda e me aconselhou a fazer o financiamento. Emprestei R$ 3 mil no mês passado e foi ótimo, porque consegui comprar mercadorias para a loja, que estava sem estoque.

janaina.cavalli@diario.com.br   Reportagem de Capa - DC 03.03.2012

sexta-feira, 2 de março de 2012

Sorte é para poucos...



Januário Lachman Junior, 35 anos, profissional de TI, morador do bairro Capoeiras, na Capital, é o vencedor do terceiro carro Fiat 500 0km sorteado na promoção Natal + Férias Itaguaçu, concluída na noite desta quarta-feira (29/02).

Parabéns! Você merece.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Badesc em números

Encerramos  as contratações de fevereiro com R$ 23.748 milhões, sendo que o acumulado do ano está em R$ 46.500 milhões.
Desdobrando fevereiro, o microcrédito contratou R$ 7.120, o setor público R$ 2.500 milhões, ficando o restante com o privado emR$ 14.128 milhões.
Fico a imaginar se fevereiro tivesse 31 dias e se o feriado de carnaval não existisse.

Parabéns a todos!

Que venha março!

Badesc empresta - Estela Benetti - Diário Catarinense

Agência de fomento do Estado, o Badesc fechou fevereiro com crescimento de 155% no total de recursos emprestados. Segundo o presidente da instituição, Nelson Santiago, foram R$ 21,248 milhões contra R$ 8,339 milhões no mesmo mês do ano passado. Somente para microcrédito foram fechados contratos no montante de R$ 4,690 milhões. Para linhas emergenciais de enchente foram emprestados R$ 2 milhões.