sexta-feira, 19 de julho de 2013

Geren 6 informa : Fenafashion será na próxima semana

Fenafashion será na próxima semana

A Feira Nacional para Indústria da Moda - Fenafashion será na próxima semana. O evento começa na próxima terça-feira, 23, e vai até a sexta-feira, 26, das 14h às 21h, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma.
A Fenafashion 2013 reunirá 110 fornecedores de diversos segmentos da indústria da moda, com o intuito de promover e divulgar a região como polo produtor de moda. "É uma oportunidade para que empresário conheça os lançamentos para os diversos segmentos da indústria da moda", pontua a diretora da Fenafashion, Fabiola Taraskevicius.
Também será uma oportunidade de fomentar negócios através das linhas de crédito disponibilizadas pelo Badesc, que contemplam diferentes necessidades de investimento, desde o empreendedor informal até o micro, pequeno, médio e grande empresário, independentemente do ramo de atuação.
A Fenafashion 2013 terá, também, uma programação paralela direcionada aos profissionais, expositores e visitantes da feira. São 22 eventos divididos em 16 palestras e três oficinas focadas em reciclagem profissional, além de três desfiles. Os eventos serão realizados nas salas de conferência no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, mesmo local onde ocorrerá a feira. Para participar é necessário realizar o credenciamento através do sitewww.fenafashion.com.br e preencher o formulário.
O evento conta com a parceria das seguintes instituições: Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina - Badesc, Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos - Abimaq, Associação Brasileira de Técnicos Têxteis - ABTT, Associação Empresarial de Criciúma - Acic Câmara de Dirigentes Lojistas de Criciúma - CDL, Federação das Indústrias de Santa Catarina - Regional Sul - Fiesc, - Fundação Cultural de Criciúma - FCC, Governo do Município de Criciúma, Sindicato das Indústrias de Vestuário de Criciúma e Região - Sindivest, Secretaria do Desenvolvimento Regional - SDR.

Badesc Fácil na mídia


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Inovacred na mídia


CRÉDITO

Empresas têm nova opção

FLORIANÓPOLIS - Empreendedores catarinenses com projetos na área de desenvolvimento de produtos, inovação de processos, marketing e implantação de novos métodos organizacionais poderão receber até R$ 10 milhões, cada empresa, para financiamento, inclusive de mão de obra e equipamentos importados, mesmo os que tenham modelos nacionais similares. Trata-se de uma linha de crédito oferecida pela Agência de Fomento do Estado (Badesc), com recursos da Agência Brasileira da Inovação (Finep), e que contempla micro, pequenas e médias empresas com faturamento de até R$ 90 milhões por ano.

– É uma linha de financiamento que contribui não apenas para a geração de emprego e renda, mas também para aumentar o valor agregado dos produtos catarinenses, fomentar a pesquisa, o desenvolvimento e gerar conhecimento – avalia o presidente do Badesc, João Paulo Kleinübing.

Medicina e tecnologia estão entre as principais demandas

Segundo o Badesc, as principais demandas apresentadas até agora são nas áreas de medicina, tecnologia e produtividade industrial automotiva. A linha de crédito contempla ainda recursos para serviços de consultoria, patenteamento e licenciamento, diárias e passagens no Brasil e no exterior, acesso à banco de dados, softwares, obras, serviços de engenharia, assistência técnica, compra de participação no capital de empresas inovadoras, entre outros.

A carência é de até 24 meses, com até 72 meses para amortização, com prazo máximo de 96 meses (oito anos).

São vedadas as operações de concessão de crédito com empresas clientes do Badesc que estejam em situação de inadimplência e cujos dirigentes sejam condenados criminalmente.


Serviço
Nova linha de crédito - Até R$ 10 milhões, com prazo máximo de 96 meses. Informações sobre o Badesc Inovacred estão disponíveis no site www.badesc.gov.br ou pelo e-mail inovacred@badesc.gov.br




quarta-feira, 17 de julho de 2013

O Grupo RBS acaba de publicar em todos os portais (Diário Catarinense, Hora SC, Santa e A Notícia) matéria sobre o Badesc Inovacred.

Empresários de SC ganham linha de crédito de até R$ 10 milhões para inovar

Linha do Badesc financia o desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços para micro, pequenas e médias empresas


Empreendedores catarinenses com projetos na área de desenvolvimento de produtos, inovação de processos, marketing e implantação de novos métodos organizacionais poderão receber até R$ 10 milhões, cada empresa, para o financiamento inclusive de mão de obra e equipamentos importados, mesmo os que tenham modelos nacionais similares.

Trata-se de uma linha de crédito oferecida pela Agência de Fomento do Estado (Badesc), com recursos da Agência Brasileira da Inovação (Finep), e que contempla micro, pequenas e médias empresas com faturamento de até R$ 90 milhões por ano.

— É uma linha de financiamento que contribui não apenas para a geração de emprego e renda, mas também para aumentar o valor agregado dos produtos catarinenses, fomentar a pesquisa, o desenvolvimento e gerar conhecimento — avalia o presidente do Badesc, João Paulo Kleinübing.

Segundo o Badesc, as principais demandas apresentadas até agora são nas áreas de medicina, tecnologia e produtividade industrial automotiva. A linha de crédito contempla ainda recursos para serviços de consultoria, patenteamento e licenciamento, diárias e passagens no Brasil e no exterior, acesso à banco de dados, softwares, obras, serviços de engenharia, assistência técnica, compra de participação no capital de empresas inovadoras, entre outros.

A carência é de até 24 meses, com até 72 meses para amortização, com prazo máximo de 96 meses (oito anos).

Mais informações sobre o Badesc Inovacred: http://www.badesc.gov.br/ ou pelo e-mail inovacred@badesc.gov.br

DIÁRIO CATARINENSE

terça-feira, 16 de julho de 2013

Willyan Wilson Weinrich,  é Técnico de Fomento C que iniciou as atividades hoje na Geren-05. Natural de Xanxerê, residiu em Chapecó por 10 anos, após residiu em Blumenau por 15 anos e há 1 ano e meio retornou a Chapecó.

Bem-vindo ao colega.
Bruna Momm Duarte, estagiária da Geren/Joinville, é a aniversariante de hoje.
Feliz aniversário!

Juro Zero na Mídia

Programa Juro Zero ultrapassa mil operações em junho
16.07.2013 |
Programa Juro Zero realizou 1.017 operações, com mais de R$ 2,9 milhões de recursos liberados, em junho. Foto: Divulgação
O programa Juro Zero para Microempreendedores Individuais (MEIs), da Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), realizou 1.017 operações, com mais de R$ 2,9 milhões de recursos liberados, em junho. O resultado vem crescendo desde abril, quando obteve 1050 operações e aproximadamente R$ 2,9 em recursos. Em maio, o total de operações foi de 1.001, com a quantia em torno de R$ 2,8 milhões.
De acordo com os dados, a agência de microcrédito Banco do Empreendedor foi a que fez mais operações, movimentando em torno de R$ 600 mil. O total do programa, de novembro de 2011, quando foi lançado pelo governador Raimundo Colombo, até 30 de junho, é de aproximadamente R$ 42 milhões liberados, em cerca de 15 mil operações.
Para o secretário da SDS, Paulo Bornhausen, esses números crescentes mostram que o Juro Zero se firmou como um programa de Estado. "O microempreendedor individual de Santa Catarina demonstra que confia no programa e confia no governo. Ele sabe que pode contar com o benefício e tem sabido aproveitar a consultoria dada pelo Sebrae para aplicar bem os recursos que acessa", declara.
O Juro Zero para MEIs é realizado em parceria da Agência de Fomento de Santa Catarina (Badesc), responsável pela engenharia financeira; do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC), que dá consultoria de gestão e inovação; e da Associação das Organizações de Microcrédito de Santa Catarina (Amcred/SC).
O programa visa incentivar o crescimento do empreendedorismo catarinense por meio de empréstimos de até R$ 3 mil para MEIs formalizados, com receita bruta anual de, no máximo, R$ 60 mil. O pagamento é dividido em oito vezes e, caso as sete primeiras parcelas sejam pagas em dia, a oitava que corresponde aos juros da operação, é quitada pelo Governo do Estado.

Badesc Inovacred na mídia


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Badesc Inovacred na mídia

Badesc disponibiliza crédito para projetos de inovação de micro, pequenas e médias empresas

Portal Acontecendo Aqui -12 de julho de 2013


badescO Badesc Inovacred disponibiliza um crédito especial para empreendedores catarinenses com projetos na área de desenvolvimento de produtos, inovação de processos, marketing e implantação de novos métodos organizacionais. A Agência de Fomento de Santa Catarina já começou a receber projetos. O total a ser disponibilizado chega a R$ 80 milhões e os recursos são da Agência Brasileira da Inovação – Finep.
O crédito de até R$ 10 milhões por empresa contempla as micro, pequenas e médias com faturamento de até R$ 90 milhões por ano. Financia, inclusive, mão de obra e equipamentos importados, mesmo os que tenham modelos nacionais similares. “É uma linha de financiamento que contribui não apenas para a geração de emprego e renda, mas também para aumentar o valor agregado dos produtos catarinenses, fomentar a pesquisa, o desenvolvimento e gerar conhecimento”, avalia o presidente do Badesc, João Paulo Kleinübing. As principais demandas apresentadas até agora são nas áreas de medicina, tecnologia e produtividade industrial automotiva.
Também há recursos para serviços de consultoria, patenteamento e licenciamento, diárias e passagens no Brasil e no exterior, acesso à banco de dados, softwares, obras, serviços de engenharia, assistência técnica, compra de participação no capital de empresas inovadoras, entre outros. A carência é de até 24 meses, com até 72 meses para amortização, com prazo máximo de 96 meses (oito anos).
Itens financiáveis:
- equipes participantes do projeto;
- equipamentos e instrumentos (nacionais e importados);
- material permanente;
- matérias-primas e material de consumo;
- compra de tecnologia;
- assistência técnica e serviços de consultoria;
- obras civis diretamente associadas ao projeto;
- patenteamento e licenciamento;
- compra de participação no capital de empresas inovadoras;
- aluguel de material promocional pertinente à difusão da inovação;
- diárias e passagens no País e no Exterior;
- serviços de engenharia consultiva;
- serviços de terceiros de pessoa física no exterior;
- acesso à banco de dados (licença);
- treinamento no país e no exterior, através de cursos e estágios ligados ao projeto de inovação.

Para mais informações sobre o Badesc Inovacred procure a Gerência Regional do Badesc mais próxima (Florianópolis, Blumenau, Joinville, Chapecó, Criciúma e Lages) ou entre em contato pelo e-mail inovacred@badesc.gov.br.

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Empreendedores de SC recebem crédito para projetos de inovação

A linha de crédito é oferecida Agência de Fomento de Santa Catarina
Linha financia o desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços.

Do G1 SC  13/07/2013 


Serão disponibilizados R$80 milhões para empreendedores catarinenses com projetos na área de desenvolvimento de produtos, inovação de processos, marketing e implantação de novos métodos organizacionais. A linha de crédito é oferecida pelo Badesc e a Agência de Fomento de Santa Catarina já começou a receber projetos. Recursos são da Finep e atendem micro, pequenas e médias empresas.
O crédito de até R$ 10 milhões por empresa contempla empresas com faturamento de até R$ 90 milhões por ano. "É uma linha de financiamento que contribui não apenas para a geração de emprego e renda, mas também para aumentar o valor agregado dos produtos catarinenses, fomentar a pesquisa, o desenvolvimento e gerar conhecimento", avalia o presidente do Badesc, João Paulo Kleinübing. As principais demandas apresentadas até agora são nas áreas de medicina, tecnologia e produtividade industrial automotiva.
Contudo, também há recursos para serviços de consultoria, patenteamento e licenciamento, diárias e passagens no Brasil e no exterior, acesso à banco de dados, softwares, obras, serviços de engenharia, assistência técnica, compra de participação no capital de empresas inovadoras, entre outros. A carência é de até 24 meses, com até 72 meses para amortização, com prazo máximo de 96 meses (oito anos). Para mais informações sobre o Badesc Inovacred procure a Gerência Regional do Badesc mais próxima (Florianópolis, Blumenau, Joinville, Chapecó, Criciúma e Lages) ou pelo e-mail inovacred@badesc.gov.br.
Entre os itens financiáveis estão compras de tecnologia, assistência técnica e serviços de tecnologia, patenteamento e licenciamento, treinamento no país e no exterior, através de cursos e estágios ligados ao projeto de inovação

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O Badesc Inovacred também foi notícia nos seguintes veículos: 

- Portal De Olho na Ilha: http://www.deolhonailha.com.br/florianopolis/noticias/badesc-oferece-credito-para-projetos-de-inovacao.html

- Correio Lageano: http://www.clmais.com.br/negocios/view/6913/badesc-oferece-cr%C3%A9dito-para-projetos-de-inova%C3%A7%C3%A3o

- Correio dos Lagos: http://www.adjorisc.com.br/jornais/correiodoslagos/on-line/variedades/badesc-oferece-credito-para-projetos-de-inovac-o-1.1310496#.UeQQ-9JwpBk

- Portal da Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori/SC): http://www.adjorisc.com.br/economia/badesc-oferece-credito-para-projetos-de-inovac-o-para-pequenas-e-medias-empresas-1.1310011#.UeQRY9JwpBk

- Revista Expressiva: http://revistaexpressiva.blogspot.com.br/2013/07/badesc-oferece-credito-para-projetos-de.html

- Portal cezar Miranda: http://www.1fato.com.br/noticia.php?id=78698&titulo=Badesc%20oferece%20cr%E9dito%20para%20projetos%20de%20inova%E7%E3o

- Rádio Belos Montes: http://www.radiobelosmontes.com.br/noticias.php?info=ler&id=15629

- Portal Sistema 103 de Rádios: http://sistema103.com/raiodeluz/noticias/105288/Empreendedores-de-SC-recebem-cr%C3%A9dito-para-projetos-de-inova%C3%A7%C3%A3o.html


Badesc na mídia - Geren Criciúma


Parabéns aos aniversariantes do final de semana!

Sábado     - 13.07  - Roberto Dokonal Duarte  - Gplan
Domingo  -  14.07  - Sandro Wojcikiewicz da Silveira - Gerop

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O aniversariante de hoje é Maurício Chagas Lúcio da Gerec.

Nossos parabéns!

Matéria do Diário Catarinense aponta a linha de crédito Badesc Inovacred como opção para os empresários que querem investir em inovação

12/07/2013 | 

Evento nacional vai tirar dúvidas sobre leis que favorecem a inovação no país

Seminário em São Paulo pretende esclarecer os desdobramentos e retornos de leis e programas direcionados ao temaevidos pela emsa

Foto: Daniel Conzi / Agencia RBS
As opções de incentivos às empresas e ideias inovadoras e como atender aos critérios para estar entre os selecionados serão discutidos por especialistas e empresários de todo o Brasil na  primeira edição do Seminário Nacional de Incentivo à Inovação, que ocorrerá no próximo dia 18, em São Paulo. 

De acordo com Jorge Muzy, presidente do Conselho de Administração do Instituto Valor e idealizador do evento, a baixa procura pelas companhias interessadas em programas e incentivos fiscais como a Lei do Bem — criada em 2005 impulsionar a competitividade das empresas — pode ser explicado pelo desconhecimento dos empresários sobre o tema, e não a falta de interesse. 

— Neste encontro, os tomadores de decisão, gestores e autoridades vão esclarecer dúvidas sobre a lei, seus desdobramentos e retornos. Será um encontro de informação — destacou Muzy. 

Entre os palestrantes do seminário estão Mory Gharib, vice-reitor do California Institute of Technology (Caltech), que irá apresentar o modelo americano de investimento; e o vice-presidente de Inovação da Samsung, Benjamin Sicsú. 

Ideia é incentivar também o setor produtivo a investir
O organizador observa ainda que a proposta geral do seminário é incentivar o setor produtivo brasileiro a investir em inovação. Com base nos dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), ele afirma que o Brasil investe cerca de 1,2% do PIB em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), e apenas metade deste valor é destinado a empresas brasileiras. 

Entre as catarinenses que investem em inovação está a Arvus Tecnologia, de Florianópolis, responsável por equipar máquinas agrícolas com aparelhos e sistemas eletrônicos que regulam o tratamento do solo — como a quantidade ideal de grãos e pesticidas – de acordo com o potencial produtivo de uma área. 

Segundo o diretor da Arvus, Bernardo de Castro, a empresa foi beneficiada recentemente com um financiamento de R$ 3,1 milhões do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para melhorar seus sistemas, capazes de reconhecer a variação de produtividade em pequenas áreas de um mesmo campo.

Serviço
1º Seminário Nacional de Incentivo à Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento
Onde: WTC Sheraton, na Av. das  Nações Unidas, 12559, São Paulo
Quando: 18 de julho, das 9h às 18h
Quanto: R$ 1200 (no local)
Inscrições: www.seminarionacional.org.br
Ferramentas para inovar
— Edital Senai/Sesi de Inovação
O que:
 Voltado para indústrias de todo o país, em 2012 foram disponibilizados 
R$ 30 milhões a projetos de inovação tecnológica ou social.
Quando: Previsto para 22 de julho.
Informações: www.senaimaiscompetitividade.com.br
— Edital Pró-Pesquisa
O que:
 Exclusivo para empresas instaladas em SC, o edital mobilizou quase R$ 1,4 milhão em projetos.
Quando: O lançamento do próximo edital está previsto para o início de 2014.
Informações: www.senaimaiscompetitividade.com.br
— Programa Tecnova
O que:
 Resultado da parceria entre a Agência Brasileira de Inovação (Finep) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de SC (Fapesc), o programa vai selecionar até 75 micro e pequenas empresas catarinenses para receber, cada uma, entre R$ 180 mil e R$ 600 mil.
Quando: A abertura do edital é esperada para agosto ou setembro deste ano.
Informações: www.finep.gov.br/tecnova
— Programa Sinapse da Inovação
O que:
 Financiamento de R$ 50 mil para cada uma das cem empresas selecionadas para desenvolver produtos, processos ou serviços inovadores.
Quando: Até setembro.
Informações: www.sinapsedainovacao.com.br
— Badesc Inovacred
O que:
 Linha de crédito no total de 
R$ 80 milhões para projetos de SC na área de desenvolvimento de produtos, inovação de processos, marketing e implantação de novos métodos organizacionais. 
Quando: Os recursos vão ser oferecidos apenas ao longo de 2013.
Informações: www.badesc.gov.br ou inovacred@badesc.gov.br
— Editais da Finep
O que: 
Financiamento de projetos nas áreas da saúde, agricultura e indústria naval. 
Quando: Em andamento.
Informações: www.finep.gov.br 
 
— Inova Empresa 
O que: 
Plano que prevê o financiamento a instituições de pesquisa. Até o final de 2013 o governo irá liberar R$ 32,9 bilhões por meio da Finep. 
Quando: Em andamento.
Informações: www.finep.gov.br
— Lei do Bem 
O que: 
Entrou em ação em 2006 para estimular empresas a se tornarem mais competitivas por meio de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Entre os incentivos fiscais da norma estão as deduções de impostos como o de Renda e o da Contribuição sobre o Lucro Líquido, além da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de máquinas.
Informações: www.mct.gov.br
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Além do Diário Catarinense, o Santa também fala sobre o Badesc Inovacred hoje:



INOVAÇÃO

Empresários debatem incentivos

Seminário apresenta programas para projetos inovadores


SÃO PAULO - As opções de incentivos a empresas e ideias inovadoras e como atender aos critérios para estar entre os selecionados serão discutidos por especialistas e empresários de todo o Brasil na primeira edição do Seminário Nacional de Incentivo à Inovação, que ocorre na próxima quinta-feira, em São Paulo.

De acordo com Jorge Muzy, presidente do Conselho de Administração do Instituto Valor e idealizador do evento, a baixa procura por programas de incentivos fiscais como a Lei do Bem pode ser explicado pelo desconhecimento dos empresários sobre o tema.

Criada em 2005 para viabilizar projetos de inovação, pesquisa e desenvolvimento, a Lei do Bem ainda é pouco explorada no Brasil e em Santa Catarina. Em 2012, 692 empresas do Estado tinham direito aos benefícios proporcionados pela norma que permite deduzir dos impostos os investimentos em inovação em uma faixa que varia entre 60% e 100%, mas apenas 51 usaram os incentivos – menos de 10%. No país, cerca de 400 mil empresas atendem aos critérios de adesão.

– Neste encontro, os tomadores de decisão, gestores e autoridades vão esclarecer dúvidas sobre a lei, seus desdobramentos e retornos. Será um encontro de informação – destacou Muzy.

Brasil ainda não investe o suficiente em inovação

Entre os palestrantes do seminário estão Mory Gharib, vice-reitor do California Institute of Technology (Caltech), que irá apresentar o modelo americano de investimento; e o vice-presidente de Inovação da Samsung, Benjamin Sicsú.

O organizador observa ainda que a proposta geral do seminário é incentivar o setor produtivo brasileiro a investir em inovação. Com base nos dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), ele afirma que o Brasil investe cerca de 1,2% do PIB em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), e apenas metade deste valor é destinado a empresas brasileiras.


JANAINA CAVALLI


AJUDA À INOVAÇÃO
Saiba quais são os incentivos aos negócios inovadores em Santa Catarina: Edital Senai/Sesi de Inovação
- Voltado para indústrias de todo o país, foram disponibilizados R$ 30 milhões a projetos de inovação tecnológica ou social em 2012
- Lançamento previsto para 22 de julho
Edital Pró-Pesquisa
- Exclusivo para empresas instaladas em Santa Catarina, o edital mobilizou quase R$ 1,4 milhão em projetos de pesquisa aplicada na edição deste ano
- O lançamento do próximo edital está previsto para o início de 2014
Programa Tecnova
- Resultado da parceria entre a Agência Brasileira de Inovação (Finep) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de SC (Fapesc), o programa vai selecionar até 75 micro e pequenas empresas catarinenses para receber, cada uma, entre R$ 180 mil e R$ 600 mil
- A abertura do edital é esperada para agosto ou setembro deste ano
Programa Sinapse da Inovação
- Concebido pela Fundação Certi, a Fapesc irá financiar R$ 50 mil para cada uma das 100 empresas selecionadas para desenvolver produtos, processos ou serviços inovadores
- O edital 2013 está previsto para sair até setembro
Badesc Inovacred
- Linha de crédito no total de R$ 80 milhões para projetos de SC na área de desenvolvimento de produtos, inovação de processos, marketing e implantação de novos métodos organizacionais
- Os recursos vão ser oferecidos apenas ao longo de 2013
Editais da Finep
- Financiamento de projetos nas áreas da saúde, agricultura e indústria naval. Neste ano, a Finep estima aprovar a liberação de R$ 9 bilhões
- Ao todo, três editais foram lançados hoje
Inova Empresa
- Plano que prevê o financiamento a instituições de pesquisa
- Até o final de 2013, o governo irá liberar R$ 32,9 bilhões por meio da Finep
Lei do Bem
- Entrou em ação em 2006 para estimular empresas a se tornarem mais competitivas por meio de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Entre os incentivos fiscais da norma estão as deduções de impostos como o de Renda e o da Contribuição sobre o Lucro Líquido, além da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de máquinas. Segundo um levantamento sobre o uso da lei, 962 empresas no país receberam R$ 1,6 bilhão em renúncia fiscal em 2011

Serviço
1º Seminário Nacional de Incentivo à Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento – no WTC Sheraton, em São Paulo. Dia 18 de julho, das 9h às 18h. Inscrições: www.seminarionacional.org.br

quinta-feira, 11 de julho de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Parabéns e  Feliz Aniversário!





                                    Luciene Marilia Viganico Leal
                                    Estagiária  da Geroe


                                                        
Parabéns ao colega aniversariante!

Jorge Alberto Carreirão da Silva Filho  - Gereh

terça-feira, 9 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Diretores do Badesc e gerente regional de Joinville reúnen-se com prefeitos e técnicos de 26 municípios

Encontro em Jaraguá do Sul
Encontro em Joinville
O diretor presidente do Badesc, João Paulo Kleinübing,  e o diretor de desenvolvimento de negócios, Justiniano Pedroso, acompanhados do gerente regional, Carlos Liebl, estiveram nessa quinta e sexta-feira, 4 e 5, nas SDR's de Joinville, Jaraguá do Sul, Mafra, Caçador e Canoinhas,  apresentando o programa Badesc Cidades II Juro Zero para prefeitos e técnicos das 26 prefeituras atendidas por aquelas secretarias de estado.  

Aproveitando a oportuna viagem, em Canoinhas e Mafra, o diretor de desenvolvimento aproveitou para divulgar o programa Badesc Emergencial, cujo atendimento é direcionado aos empresários afetados pelas cheias do Planalto Norte. 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Artigo - Economia : O ESTOPIM DAS CRISES: DESIGUALDADE.

Por Claudio Bernabucci, para a Carta Capital de 12 de junho de 2013. Ano 18 nº 752 P.50.

“Quando o 1% dos mais ricos concentra 25% da renda, explode a “bomba atômica econômica”, diz o Nobel Joseph Stiglitz”.

A desigualdade mata o desenvolvimento. Se a riqueza se concentra em poucas mãos, a crise é inevitável. Parece quase uma observação banal – e de alguma maneira qualquer pobre já sabia disso -, mas a grande novidade é que, a partir de agora, essa verdade simples tem status de teorema.
Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia em 2002, sustenta que, se a riqueza está concentrada nas mãos de poucos, é fatal cair em estagnação e recessão econômica, como nos anos 1930. O axioma do economista norte-americano é demonstrado com dados incontestáveis e confere dignidade científica ao princípio de que desigualdade e polarização na renda prejudicam o crescimento e reduzem o PIB.

A oportunidade para apresentar os resultados, extraordinários de sua pesquisa, uma espécie de pré-estreia mundial, foi a 50º reunião científica da sociedade italiana de economia, demografia e estatística (Sieds), ocorrida em Roma, nos últimos dias de maio. Stiglitz, que na mesma linha de pesquisa publicou, em janeiro passado (2013), o impactante livro O preço da desigualdade, apresentou na Universidade Européia de Roma o fruto de seus estudos mais recentes, elaborados com seu principal colaborador italiano, o professor Mauro Gallegati.

O teorema de Stiglitz é baseado na constatação empírica do que os economistas definem como a “propensão marginal à consumir”: os ricos têm um grau menos acentuado do que a classe média. Portanto, se a distribuição de renda os favores além de certos limites, o consumo, ao contrário do que se poderia imaginar, fica deprimido. Somente uma classe média bem-sucedida e favorecida pela distribuição de renda tende a consumir todos ou quase todos os seus recursos, sustentando o PIB do próprio país e a economia global.

O gráfico apresentado por Stiglitz é muito eloquente: quando o 1% dos mais ricos da população se aproxima de possuir 25% da renda, explode a economia. Aconteceu na Grande Depressão dos anos (19)30 e se repete nesta década, com episódios menores no caminho das crises. 

A pesquisa ítalo-americana ameaça ter efeito devastador entre as filas neoliberais. “Os defensores da desigualdade argumentam que assegurar mais dinheiro para os mais ricos produz benefícios para todos, porque isso levaria a maior crescimento econômico”, escreve Stiglitz em seu relatório. “Trata-se de uma ideia chamada trickle-down economics (economia com efeito cascata). Ela tem longo pedigree, mas faz tempo que tem sido desacreditada”.

Resumindo em poucas palavras, o teorema se auto explica de maneira muito clara, como equação aritmética ou fórmula química não particularmente complicada. É baseado na relação entre o Índice de Gini (ou seja, o indicador de desigualdade inventado pelo economista italiano Corrado Gini) e a teoria da “propensão marginal a consumidor”. Quando o índice de Gini aumenta indica, o incremento da concentração de renda, a classe média se reduz e o consumo contrai. Em consequência, a “variável” ou “multiplicador” de investimento diminui, afetando o PIB e o crescimento.


O teorema de Stiglitz sobre “distribuição e multiplicador” pode ser sintetizado na seguinte definição: se a má distribuição da riqueza acentua a desigualdade, então a pmgC ( propensão marginal a (c)onsumir) diminui e o índice de Gini (G) aumenta, o que provoca a diminuição do valor do multiplicador econômico, com base na fórmula acima.

A elite econômica mundial, dessa forma, fica sem argumentos. Tudo indica que a equação de Stiglitz representa o ataque mais formidável até agora lançado aos já vacilantes fundamentos da economia mainstream. Pelo menos na batalha teórica. Faz alguns meses, o primeiro golpe foi dado diretamente pelo FMI, que desafiou o dogma da austeridade ao calcular que o corte do déficit de 1% pode reduzir o PIB em até 2% e não só – como se acreditava até então – em 0,5%.

A segunda pancada foi acertada poucas semanas atrás por um grupo de estudantes do Instituto de Tecnologia do Massachutetts (o famoso MIT de Boston): ajudados por alguns professores, eles descobriram um erro no programa de planilhas Excel. Com base nesse achado, desmontaram consequentemente a teoria da dívida de Kenneth Rogoff e Carmen Reinhart – um dos emblemas do neoliberalismo – segundo a qual a relação entre PIB e a dívida acima de 90% leva inevitavelmente à recessão. Enfrentado pelos estudantes – Davi, o axioma-Golias teve a cabeça cortada.

Esse último assalto ao neoliberalismo da dupla Stiglitz-Gallegati mostra-se ainda mais perigoso do que os precedentes. Segundo o Prêmio Nobel, a desigualdade corrói o PIB até mata-lo, não só por causa da queda do consumo, mas também porque o sistema em que prevalecem renda, concentração financeira e monopólios é ineficiente. “A caça à renda” comentaram os dois pesquisadores, “leva muitas vezes a um desperdício de recursos que reduz a produtividade e o bem-estar”.

Isso reforça a tese da insustentabilidade de um sistema capaz de permitir que uma grande parte dos rendimentos e da riqueza fique nas mãos de poucos. Nas últimas três décadas, o mundo tornou-se cada vez mais rico, mas a distribuição de rendimentos entre países e entre classes sociais só se agravou, tornando-se cada vez mais desigual. Isso significa que os ricos têm se apropriado de uma porcentagem enorme do crescimento e do incremento da produtividade.

Como corolário de tal concentração, na última década em particular verificou-se um tremendo abismo entre a economia real e o setor financeiro, com enormes capitais a se acumular e circular livremente no mundo globalizado como uma nuvem pouco transparente e ameaçadora. Dessa nuvem não chove a riqueza benéfica dos investimentos, nem a bonança para o planeta. Muito pelo contrário, ela tende a se reproduzir predominantemente através da dinâmica perversa dos artifícios financeiros: dinheiro cria dinheiro sem produzir trabalho ou justiça social. Além de desigual e eticamente inaceitável, essa situação só abre céus azuis ou bem-estar para poucos e tempestades ou sofrimentos para os demais.

A redistribuição concertada da riqueza e rendimentos tem sido essencial para a sobrevivência de longo prazo do capitalismo. Estamos prestes, portanto, a assistir ao acaso das formas mais perversas do neoliberalismo que infestaram a história recente. Quando mais forte for a resistência à mudança por parte dos defensores do status quo econômico-financeiro, piores consequências sofrerão o sistema e as partes mais vulneráveis dele.

Nesse quadro, o Brasil da última década apresenta-se como uma das experiências mais promissoras, pois caminha em direção oposta ao mainstream mesmo perdurando a gravíssima desigualdade, fruta de uma herança secular maldita, um presente ofensivo da elite nacional à história pátria, o processo de redistribuição de renda cresceu nos últimos anos de maneira acentuada. Isso se deve à política econômica – desenvolvimentista e antineoliberal – iniciada em 2003, que teve papel fundamental na melhora do desempenho do país.


A nova teoria do norte-americano Stiglitz e do italiano Gallegati confere dignidade científica também a política econômica lulista da primeira década do século XXI, goste ou não a elite brasileira.

Contribuição de Jaime Folster/Gefin