terça-feira, 3 de setembro de 2013

Badesc, BRDE e Fapesc apresentam linhas de financiamento à inovação durante o VerticAlmoço da ACATE


 Os fundos Inovacred e Tecnova, direcionados a recursos em tecnologia e inovação, foram a pauta do VerticAlmoço promovido pela ACATE nesta segunda (02), no Maria do Mar Hotel, em Florianópolis, com a presença de mais de 80 pessoas. Representantes das três instituições credenciadas pela Finep para operar os fundos - Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Badesc Agência de Fomento e Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) - explicaram em detalhes quais os objetivos destes fundos para inovação e as condições para empresas buscarem recursos.
A Fapesc opera o Tecnova, que conta com um total de R$ 22,5 milhões (sendo R$ 7,5 milhões com recursos do governo do estado) para apoiar projetos entre R$ 180 mil e R$ 600 mil, voltados a empresas que já estão há alguns anos no mercado. “Os recursos são destinados a um processo inovador específico da empresa, que terá que especificar se o resultado será apenas a certificação ou mesmo a comercialização deste produto”, explicou José Renato Dellagnello, coordenador de projetos da Fapesc. Podem se inscrever projetos nas áreas de TIC, saúde, petróleo, gás, energia e energias alternativas, além de temas regionais pré-estabelecidos pela Finep. O prazo para o desenvolvimento do produto é de 24 meses.
O Inovacred, por sua vez, é operado tanto pelo BRDE quanto pelo Badesc, e cada instituição tem condição de financiar um total de R$ 80 milhões em projetos. Na avaliação do gerente de planejamento do BRDE, Rogério Gomes Penetra, “empresas inovadoras não tem somente um projeto específico a ser financiado, pois a inovação é algo do cotidiano, faz parte do seu processo diário”. As empresas são divididas em três portes, que definem o percentual de contrapartida (10% para as empresas de porte 1 e 2, e 20% para as maiores) e o volume de recursos a ser obtido (porte 1 e 2 podem captar entre R$ 150 mil a 2 milhões e as do porte 3 podem solicitar entre R$ 150 mil e 10 milhões).
O Inovacred é um fundo bem amplo, que pode financiar desde matéria prima a obras civis relacionadas com o projeto de inovação, patentes, compra de participação em empresas, P&D e marketing, entre outras necessidade”, explicou Anderson Pacheco, gerente de desenvolvimento de negócios do Badesc. Ele lembra também que a contrapartida é econômica e não financeira, ou seja, o empresário pode destinar sua parte fazendo um investimento em infraestrutura. Tanto Fapesc quanto BRDE e Badesc acreditam que estes recursos devem se tornar recorrentes nos próximos anos e inclusive ampliar os valores. “O país só vai aumentar a produtividade com apoio à inovação, e para isso é preciso criar novos canais de financiamento”, ressaltou o gerente do BRDE.
“Notamos que as instituições de fomento estão realmente empenhadas em reduzir os prazos para avaliação e liberação de recursos para os projetos, umas das principais críticas dos empresários. Isso é importante para estimularmos cada vez mais nossas associadas a participarem dos programas disponíveis, como os apresentados ao longo deste evento”, finalizou o presidente da ACATE, Guilherme Bernard, durante o encontro.

Estela Benetti destaca as vantagens do Badesc Saúde e destaca o papel social da instituição


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Aniversariante do dia


Isabela Ramos Scussel Rosa
Gerop - 5022


Carlos Rogério Montenegro de Lima
Aplan  - 5037

Aniversariantes do final de semana

31 de agosto -  Sábado

Justiniano Pedroso  
Diden  - 5070



01 de setembro - Domingo

Fausto  Schimidt Filho  
Audit  - 5085

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Badesc Saúde disponibiliza crédito especial aos hospitais catarinenses

Badesc Saúde disponibiliza crédito especial aos hospitais catarinenses

O Governo do Estado e a Agência de Fomento de Santa Catarina – Badesc vão disponibilizar uma linha de financiamento específica para os hospitais e instituições de saúde, o Badesc Saúde.
O crédito poderá ser utilizado para investimento em obras, capital de giro ou importação de equipamentos, visando a melhoria do serviço à população.
Outra opção é a reestruturação de até 100% das dívidas bancárias e com fornecedores. O convênio foi assinado na manhã desta quinta-feira (29), durante do 35º Encontro Catarinense de Hospitais e 6ª Conferência de Gestão Hospitalar dos Países de Língua Portuguesa, em Florianópolis, pelo Governador Raimundo Colombo e pelo presidente do Badesc, João Paulo Kleinübing.
“Além desta, estamos estudando outras medidas que possam beneficiar diretamente as instituições filantrópicas, que fazem um trabalho muito importante pela sociedade. É nosso dever e um compromisso do Estado oferecer parcerias e convênios para melhorar o atendimento e a infraestrutura dos hospitais, tendo em vista que o repasse do SUS é menor do que os custos”, comentou Colombo.
As taxas de juros mais acessíveis e o prazo de pagamento, que pode ser de até 10 anos, são as principais vantagens. A medida beneficia os mais de 180 hospitais de Santa Catarina. “No Badesc, também há outros facilitadores, como a agilidade e a desburocratização. Esta linha de crédito reforça o nosso papel social de trabalhar pelo desenvolvimento do Estado”, salienta Kleinübing. A fonte dos recursos é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.
De acordo com o presidente da Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas de Santa Catarina – Fehosc, Hilário Dalmann, o Badesc foi a única instituição financeira que aceitou trabalhar com o spread (diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder o empréstimo) mínimo fixado pelo BNDES, que é de 2%.
“Nenhum banco do país aceitou essa condição. Fomos prontamente atendidos pelo Badesc. Nossa primeira reunião foi há menos de dois meses. Este crédito vai nos ajudar muito, principalmente pelas condições de pagamento e de juros”, comenta Dalmann.
Pelo Badesc Saúde, a taxa de juros para renegociação de dívidas será de 8,5% ao ano e para investimentos de 7,9% ao ano. Entre os requisitos, está a oferta de pelo menos 60% dos serviços via SUS.
Mais informações em www.badesc.gov.br ou nas gerências regionais.

Contribuição de Márcio Jordelino (Gerom)

Badesc na Mídia

Jornal Notícias do Dia:









Jornal A Notícia:

Cláudio Prisco

PRIORIDADE

Colombo aproveitou o lançamento do Plano de Gestão na Saúde, na sede da ACM, para antecipar outra grande notícia para o setor. As dívidas de todos os hospitais de SC serão financiadas pelo Badesc, com juros acessíveis e até 20 anos para a quitação. Mais de uma centena de casas de saúde filantrópicas estão pela hora da morte. A medida reafirma o compromisso do governo, dando prioridade absoluta à saúde pública.

Cláudio Loetz

LINHA DO BADESC VAI FINANCIAR HOSPITAIS


O governador Raimundo Colombo assina hoje protocolo de intenções para criar uma linha de crédito do Badesc, com juros menores que os de mercado, para hospitais filantrópicos que atendam a pacientes pelo SUS. O financiamento servirá para pagamento de dívidas. Os hospitais devem mais de R$ 300 milhões a bancos e fornecedores. O anúncio será feito durante o 5° Encontro Catarinense de Hospitais. A rede privada e filantrópica é responsável pelo atendimento de 70% dos pacientes do SUS no Estado.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Hospitais de SC terão linha de financiamento no Badesc

O Badesc (Agência de Fomento do Estado  de Santa Catarina) vai disponibilizar uma linha de financiamento para atender as instituições de saúde do Estado. O objetivo do Badesc Saúde é fortalecer e ampliar a capacidade de atendimento por meio da modernização e da melhoria da gestão. O anúncio oficial do novo crédito será feito pelo Governador Raimundo Colombo e pelo presidente do Badesc, João Paulo Kleinübing, durante o 35º Encontro Catarinense de Hospitais e 6ª Conferência de Gestão Hospitalar dos Países de Língua Portuguesa, no Centrosul, em Florianópolis, nesta quinta-feira, dia 29, a partir das 9h.

Para ter acesso ao Badesc Saúde, que vai disponibilizar recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a instituição de saúde precisa ter o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social, ter pelo menos 60% dos serviços ofertados via SUS (Sistema Único de Saúde), entre outros requisitos. "Estamos atendendo prontamente a uma demanda da Federação dos Hospitais de Santa Catarina com o objetivo de buscar soluções financeiras para promover a reestruturação de dívidas dos hospitais catarinenses e a melhoria do atendimento prestado à população, seja por meio da melhoria das instalações ou aquisição de novos equipamentos", explica Kleinübing.


O crédito do Badesc Saúde poderá ser utilizado para reestruturação de até 100% do endividamento bancário e com fornecedores. Também financiará até 100% de projetos de investimento, como obras civis, montagem, instalações, máquinas, equipamentos, capital de giro associado, entre outros, de acordo com o porte da empresa e a modalidade do investimento. Entre as principais vantagens do Badesc Saúde estão as taxas de juros, mais acessíveis, e o prazo estendido para pagamento, que pode ser de até 20 anos, de acordo com o tipo de investimento.
  
fonte:  www.economiasc.com.br

Geden informa

VerticAlmoço apresenta programas para fomento à Inovação em Santa Catarina

A ACATE, por meio de suas Verticais de Negócios, em parceria com Fapesc, Badesc e BRDE, promovem o VerticAlmoço Especial - Programas para fomento à inovação. Uma oportunidade para que as empresas inovadoras conheçam as opções de recurwsos reembolsáveis e não reembolsáveis disponíveis em Santa Catarina.
Programação - 02 de Setembro de 2013
11h às 11h30: Apresentação do programa Tecnova - FAPESC/FINEP
11h45 às 12h05: InovaCred Badesc
12h05 às 12h25: InovaCred BRDE
12h30 às 14h: Almoço por adesão no local
Local: Hotel Maria do Mar (Rod. João Paulo, 2285 - Saco Grande, Florianópolis - SC)
Almoço por adesão: R$ 30
Confirmação de presença obrigatória em http://even.tc/verticalmoco_set

Badesc mídia - Diário Catarinense

Governador anuncia liberação de R$ 200 milhões para hospitais em Santa Catarina


Financiamento poderá ser utilizado para compras de equipamentos e parcelamento de dívidas

Colombo não citou números, mas garantiu que financiamento por meio do Badesc será autorizado com juros abaixo de mercado e poderá ser utilizado para refinanciamento de dívidas e compras de equipamentos. 
A previsão de pagamento do financiamento é de dez anos. A liberação dos recursos deve ocorrer a partir desta quinta-feira.
Colombo não citou números, mas garantiu que financiamento por meio do Badesc será autorizado com juros abaixo de mercado e poderá ser utilizado para refinanciamento de dívidas e compras de equipamentos. 
A previsão de pagamento do financiamento é de dez anos. A liberação dos recursos deve ocorrer a partir desta quinta-feira.
Durante o lançamento do plano de Gestão da Saúde, nesta manhã de quarta-feira em Florianópolis, o governador Raimundo Colombo anunciou a liberação de R$ 200 milhões para hospitais filantrópicos em todo Estado. 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Badesc comemora 38 anos de atendimento

Funcionários do Badesc reuniram-se nesta tarde, 27.08, para comemorar o aniversário de 38 anos ocorrido ontem. Foi nesse dia que a agência abriu as suas portas ao público, isso em 1975.
Outras datas importantes e que podem ser comemoradas são: em 11 de novembro de 1973, aconteceu a criação através de Lei estadual. Dois anos depois, em 25 de julho de 1975, realizou-se a primeira assembleia geral de constituição e em primeiro de agosto de 1975, ocorreu a instalação do Badesc na rua Manoel de Oliveira Ramos, 33, bairro Estreito/Florianópolis.

Geren Chapecó informa

 Diretor Geral da UCeff recebeu o Badesc nesta quinta-feira

22/08/2013

O Diretor de Desenvolvimento de Negócios do Badesc - Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina, Justiniano Pedroso, juntamente com a sua equipe, esteve nesta tarde (22) na Uceff Faculdades e foi recebido pelo Diretor Geral,Leandro Sorgato. Na pauta, discussões sobre o cenário educacional brasileiro e o papel do Badesc no desenvolvimento econômico e no fomento das atividades produtivas de todos os setores.
O BADESC
A Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S.A. - Badesc tem o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e social do Estado de Santa Catarina, mediante a prática da aplicação de recursos financeiros no âmbito de sua competência, definida pela Legislação Federal pertinente.
Registro: Diretor Geral recebeu o Badesc nesta quinta-feira

Na foto (esquerda p/ direita): Tânea Mara dos Santos Vedana, Técnica de Fomento; Justiniano Pedroso, Diretor de Desenvolvimento de Negócios; Leandro Sorgato, Diretor Geral da Uceff Faculdades; Décio Burtet Filho, Wise Soluções Empresariais e Margareth de Marchi, Gerente Regional de Negócios de Chapecó.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Aniversariante do Final de Semana

24 de agosto - Sábado  - Salete Patrício Feltrin
Geren Criciúma

Badesc na Mídia - Moacir Pereira fala sobre repasse Badesc Cidades

 ORLEANS, 100

Políticos do Sul e o governador Raimundo Colombo foram à abertura das comemorações do centenário de emancipação de Orleans, a serem completados no dia 30 de agosto. Foram anunciados repasses de R$ 2,5 milhões pelo programa Badesc Cidades Juro Zero e R$ 2,6 milhões pelo Fundam. A região onde foi criado o município foi um presente de Dom Pedro II para o casamento da Princesa Isabel e o Conde d´Eu – que escolheu o nome da cidade.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Jornal Valor Econômico, sobre o Programa Juro Zero, foi publicada na edição de hoje

Estado paga a última parcela no Juro Zero
·                  
Por Dauro Veras | Para o Valor, de Florianópolis

Uma ação de apoio a pequenos negócios formalizados, inédita no país, está sendo desenvolvida em Santa Catarina como parte da política estadual de incentivo à competitividade. O Programa Juro Zero empresta até R$ 3 mil para microempreendedores individuais (MEIs), com financiamento em oito parcelas. Se as sete primeiras forem pagas em dia, a oitava - correspondente aos juros - é quitada pelo governo. A iniciativa é uma parceria da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável com o Badesc (Agência de Fomento do Estado), o Sebrae/SC e a Amcred/SC (Associação das Organizações de Microcrédito e Microfinanças).
Nos primeiros 20 meses em que o programa está em funcionamento, foram emprestados R$ 42,5 milhões em 15,1 mil operações, que beneficiaram em torno de 10 mil empreendedores. Cada empreendedor pode realizar até dois empréstimos.
"O Juro Zero é o maior programa de inclusão social e econômica de Santa Catarina", diz o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Paulo Bornhausen. No estado existem 100 mil MEIs, proprietários de pequenos negócios que têm no máximo um empregado e faturamento bruto anual de R$ 60 mil. "Estamos atendendo 10% desse público e a nossa expectativa é chegar pelo menos a 20%". Bornhausen destaca o viés social do programa, que estimula a formalização de atividades econômicas em um estado com forte tradição de empreendedorismo.
Mais de dois terços dos tomadores dos recursos no Estado desejam abrir uma microempresa e o índice médio de inadimplência não chega a 1%. Bornhausen acrescenta que o Juro Zero faz parte de um programa mais amplo, o Nova Economia@SC, que prevê o investimento de R$ 74,8 milhões em projetos de desenvolvimento e inovação tecnológica até julho de 2014.
Capilaridade é uma das características do programa, que conta com recursos captados pelo Badesc no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). É possível solicitar o empréstimo em praticamente todos os municípios catarinenses, por meio de 19 instituições de microcrédito associadas à Amcred do Estado, e utilizar o dinheiro tanto para o capital de giro como também para aquisição de equipamentos.
Os beneficiários são, em geral, vendedores autônomos e prestadores de serviços, como cabeleireiros, manicures, eletricistas e pedreiros. "Estamos trabalhando para atender também as microempresas numa próxima fase, que deve começar ainda este ano com empréstimos de até R$ 15 mil e um fundo de R$ 30 milhões", informa o presidente do Badesc, João Paulo Kleinübing.
Ao tomar o empréstimo, o microempreendedor recebe também orientação pós-crédito por consultores do Sebrae. Este é considerado o grande diferencial do Juro Zero. São três atendimentos individualizados. "Na primeira visita, feita de forma simultânea à do agente de microcrédito, fazemos um diagnóstico para avaliar o perfil do empreendedor e os aspectos básicos da gestão do seu negócio", explica a gerente estadual de atendimento individual do Sebrae/SC, Soraya Tonelli.
Depois, junto com a liberação do recurso, o MEI recebe em outra visita o CD-ROM Negócio Certo Sebrae, um programa de autoatendimento com noções básicas de legislação, empreendedorismo, relacionamento com o mercado e gestão financeira. "Vivenciamos no dia a dia o resgate da autoestima e da cidadania: a pessoa sente orgulho de ser empresário", afirma ela.
A capacitação do Sebrae/SC, que tem 75% do custo financiado pelo governo do Estado, é composta de cinco etapas. O passo inicial é verificar a viabilidade financeira e mercadológica do negócio. Em seguida, são estudados aspectos relativos à formalização - custos para contratar um funcionário, uso da nota fiscal e dicas para preenchimento da Declaração Anual de Microempreendedor Individual, entre outros. No próximo passo, que trata da organização do negócio, são apresentados conhecimentos sobre controles administrativos e como calcular corretamente o preço de venda. Na sequência, o tomador do empréstimo recebe orientações para acessar crédito. Por fim, aprende como aumentar as vendas e como atender as expectativas dos clientes.
Dono de uma borracharia na capital do Estado, Florianópolis, Jorge Luiz Adriano saiu da informalidade em 2011 e captou R$ 3 mil no Programa Juro Zero. "Investi para completar o pagamento de R$ 8 mil em uma máquina montadora de pneus para carros importados, com um braço auxiliar pneumático que alivia 80% do esforço físico", conta. "Consegui o empréstimo em dez minutos e nem precisei ir lá - os agentes de crédito me procuraram aqui na borracharia, porque eu já havia financiado outros equipamentos pelo Banco do Empreendedor, ligado ao Sebrae".
Ele informa que a aquisição da máquina representou um aumento de 10% do faturamento. E comemora a formalização do negócio: "Passei a fornecer serviços para autoescolas, vans escolares e locadoras de automóveis". Atento aos indicadores macroeconômicos, Adriano não pretende fazer novos investimentos em 2013, mas no próximo ano quer ampliar o espaço físico do negócio e transformá-lo em microempresa: "É um projeto com os pés no chão", resume.


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segunda-feira, 29 de julho de 2013

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Badesc na Fenafashion em Criciúma

Mesmo antes da abertura oficial da Feira Nacional para a Indústria da Moda, a Fenafashion, prevista para às 19h30min desta terça-feira, lojistas e empresários do mundo da moda já visitam os estandes, que os recebem desde às 14h.
O evento reúne 110 fornecedores de diversos segmentos da indústria da moda, com o intuito de promover e divulgar a região como polo produtor de moda. Além da exposição, a Fenafashion também terá 22 eventos divididos em 16 palestras, três oficinas focadas em reciclagem profissional, e mais três desfiles.
Para a responsável do estande do Portal Shopping, de Maracajá, Ana Cristina Koche, esta é uma oportunidade de chamar os lojistas para uma visita ao atacado, que tem 40 lojas no segmento da moda. “É a primeira vez que participamos, e estamos mostrando um mix de moda que temos no atacado. Além de estarmos também dando uma prévia da coleção Inverno/Verão 2014 com a nossa modelo”, comenta.
No estande da Botões e Botões e Megamix, a responsável Irene Serafim afirma que o sucesso da feira está garantido. “Tudo que há de melhor no nosso segmento está aqui. Além de tudo vamos ter ótimas palestras. Acho que a feira tem tudo para dar certo”, diz.
A feira acontece das 14h às 21h, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma e segue até sexta-feira.


Fonte: jornal A tribuna

Apoio do Badesc às micro, pequenas, médias e grandes é empresas é destaque em mais de 30 jornais do interior hoje. O tema é a abertura da coluna Pelo Estado.


terça-feira, 23 de julho de 2013

Demanda de máquinas para indústria é a menor da história

Com baixa expectativa para o crescimento econômico, empresários colocam o pé no freio e diminuem investimentos

Indústria estabiliza
Há uma grande ociosidade nas fábricas de acordo com Abimaq (Marco De Bari)
O setor industrial era considerado peça-chave para um crescimento mais forte em 2013 diante do arrefecimento do setor de serviços - motor da economia brasileira nos últimos anos. Mas, a mudança de humor dos mercados nacional e internacional tem abalado a confiança dos empresários e levado as empresas a postergar e a desistir de projetos.

O setor de máquinas e equipamentos - termômetro da indústria - sente os efeitos dessa lentidão na retomada dos investimentos. O nível de utilização da capacidade instalada está em 73,97%, quando o ideal seria algo entre 86% e 90%. A carteira de pedidos é de 2,17 semanas, o menor nível da história, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Em setembro de 2008, no início da crise financeira internacional, a carteira estava em 4,46 semanas.

Os indicadores são preocupantes porque revelam que há uma grande ociosidade nas fábricas, resultado de uma baixa demanda pela produção. "Nunca tivemos uma carteira de pedidos tão baixa como em 2013", afirmou José Velloso, presidente executivo da Abimaq. "A situação mais crítica é a de produtos sob encomenda, principalmente os usados em infraestrutura." Dos 30 subsetores, só o de máquinas agrícolas está com crescimento expressivo.

Leia mais: Produção industrial cai 2% em maio
Produção industrial recua em 9 entre 14 regiões, mostra IBGE


De janeiro a maio, o setor de máquinas e equipamentos faturou 30,812 bilhões de reais, queda de 7,6% em relação ao mesmo período de 2012. A importação tem uma parcela de responsabilidade. Nesse período, houve avanço de 1,5%, para 13,214 bilhões de dólares. Já as exportações recuaram 16,4%, para 4,444 bilhões de dólares. "O grande problema é a perda de competitividade de toda a indústria de transformação", disse Velloso.

O primeiro trimestre de 2013 até trouxe boas notícias: a Formação Bruta de Capital Fixo cresceu 4,6% ante o mesmo período de 2012. Mas o cenário mudou: a inflação em alta diminuiu o ímpeto do consumo, as manifestações deixaram o cenário político mais incerto e a confiança do empresário começou a cair.

O Índice de Confiança do Empresário da Indústria (Icei), divulgado na semana passada, mensurou o tamanho do pessimismo com a economia brasileira. O indicador caiu 4,9 pontos, para 49,9 pontos em julho, nível mais baixo desde abril de 2009, no auge da crise internacional. "A atividade econômica não se materializou na intensidade que se esperava", disse Flávio Castelo Branco, gerente executivo de política econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os empresários paulistas estão ainda mais pessimistas. O Icei-SP registrou queda de 9,7% em julho. "O primeiro semestre foi abaixo daquilo que se esperava", afirmou José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). "A perspectiva de aumento de investimento se deteriorou muito nas últimas quatro semanas."



Contribuição da Gplan